SEJAM BENVIDOS.

"O SENHOR É MISERICORDIOSO E COMPASSIVO, MAS NÃO COMPLACENTE."

quarta-feira, 11 de maio de 2011

VIVA A MÃE DE DEUS E NOSSA...




Recado de Nossa Senhora de Fátima (emocionante)




O Senhor Jesus, soube escolher sua Mãe, foi o único que pode escolher uma mãe para si. Ele soube colocar, sendo Deus, todos atributos numa só pessoa e isto podemos observar bem de perto quando rezamos a Ladainha de Nossa Senhora. A Virgem Santíssima é, nada mais, nada menos, do que a Mãe de Deus Filho, filha de Deus Pai, esposa do Divino Espírito Santo. E, por misericórdia a nós, com  o fito de nos socorrer, Mãe da humanidade.
Amada mãe, nesta tarde, ao aproximar-se da hora da misericórdia, venho te pedir pela humanidade, de modo especial por aqueles que ainda estão na escravidão. Não posso deixar de me incluir, ante as minhas falhas e erros, pois sou pecador, mas creio piamente que esta amada Senhora, está diante do Seu Amado Filho, intercedendo por nós, mas esta ação a nosso favor, depende de nossa petição, precisamos intensificar as nossas orações, clamando pela conversão da humanidade, pois creio que a minha salvação começa na medida em que eu consigo incluir um filho de Deus no reino dos céus. Como tem sido o nosso despreendimento a favor dos irmãos? Mamãe abençoa-nos.
Na próxima postagem falarei sobre uma intimidade entre eu e a Santíssima Virgem.

Gostaria neste ensejo de colocar esta canção, feita pela Fernanda Brum, filha de criação evangélica, mas a Luz do Espírito Santo, soube relatar quem é Esta a mais agraciada entre todas as mulheres. Que o Senhor Jesus, possa pela ação do Espírito Santo relatar as intimadades mais intrísicas desta que foi e sempre será modelo para todos nós. Que Jesus te abençoe e que a Santíssima Virgem te instrua como Mulher, é claro com a aquiescência do Espírito Santo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

RECONHECIDA A UNIÃO ESTÁVEL ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO


Obs.: O "brilhante" da título do vídeo fica a cargo da pessoa que postou o mesmo na Internet.



Notícias do STF: Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgarem as Ação Direta de  Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, reconheceram a união estável para casais do mesmo sexo. As ações foram ajuizadas na Corte, respectivamente, pela Procuradoria-Geral da República e pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Quinta-feira, 05 de maio de 2011.

O Supremo reconhece união homoafetiva

O  julgamento começou na tarde de ontem (4), quando o relator das ações, ministro Ayres Britto, votou no sentido de dar interpretação conforme a Constituição Federal para excluir qualquer significado do artigo 1.723, do Código Civil, que impeça o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar.
O ministro Ayres Britto argumentou que o artigo 3º, inciso IV, da CF veda qualquer discriminação em virtude de sexo, raça, cor e que, nesse sentido, ninguém pode ser diminuído ou discriminado em função de sua preferência sexual. “O sexo das pessoas, salvo disposição contrária, não se presta para desigualação jurídica”, observou o ministro, para concluir que qualquer depreciação da união estável homoafetiva colide, portanto, com o inciso IV do artigo 3º da CF. 
Os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cezar Peluso, bem como as ministras Cármen Lúcia Antunes Rocha e Ellen Gracie acompanharam o entendimento do ministro Ayres Britto, pela procedência das ações e com efeito vinculante, no sentido de dar interpretação conforme a Constituição Federal para excluir qualquer significado do artigo 1.723, do Código Civil, que impeça o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar.
Na sessão de quarta-feira, antes do relator, falaram os autores das duas ações – o procurador-geral da República e o governador do Estado do Rio de Janeiro, por meio de seu representante –, o advogado-geral da União e advogados de diversas entidades, admitidas como amici curiae (amigos da Corte).

Ações

A ADI 4277 foi protocolada na Corte inicialmente como ADPF 178. A ação buscou a declaração de reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. Pediu, também, que os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis fossem estendidos aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo.
Já na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, o governo do Estado do Rio de Janeiro (RJ) alegou que o não reconhecimento da união homoafetiva contraria preceitos fundamentais como igualdade, liberdade (da qual decorre a autonomia da vontade) e o princípio da dignidade da pessoa humana, todos da Constituição Federal. Com esse argumento, pediu que o STF aplicasse o regime jurídico das uniões estáveis, previsto no artigo 1.723 do Código Civil, às uniões homoafetivas de funcionários públicos civis do Rio de Janeiro.

Redação do STF

A união homoafetiva se dá quando há uma união de duas pessoas do mesmo sexo, que traz consigo todas características de um relacionamento, ou seja, um convívio público e duradouro, conceito este que muito se assemelha com o da união estável, no aspecto jurídico é perfeito, não temos dúvida sobre efetivamente o que significa o conceito.
Não se deve, de maneira alguma, trazer qualquer dificuldade às pessoas, ante ao respeito da dignidade humana, isto assegurado pelo Estado Democrático de Direito. No aspecto jurídico é perfeito, mas tenho dificuldade de entendimento ante  aos ensinamentos bíblicos.  
Porém, apesar do acolhimento, tenho o sentimento que esta não é solução, mas sim uma possibilidade de que os homens cada vez mais se afastem do Criador, pois não está de acordo com os textos bíblicos.
Vamos começar pela definição de Homossexualismo, segundo o Wikipédia:

"Homossexualidade (do grego homos = igual + latim sexus = sexo) refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser, humano ou não, que sente atração física, estética e/ou emocional por outro ser do mesmo sexo. Enquanto orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo"; o termo também refere-se a um indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual."A homossexualidade é uma das três principais categorias de orientação sexual, juntamente com a bissexualidade e a heterosexualidade, sendo também encontrada em muitas espécies animais.A prevalência da homossexualidade entre os humanos é difícil de determinar com precisão; na sociedade ocidental moderna, os principais estudos indicam uma prevalência de 2% a 13% de indivíduos homossexuais na população, enquanto outros estudos sugerem que aproximadamente 22% da população apresente algum grau de tendência homossexual.
Ao longo da história da humanidade, os aspectos individuais da homossexualidade foram admirados, tolerados ou condenados, de acordo com as normas sexuais vigentes nas diversas culturas e épocas em que ocorreram. Quando admirados, esses aspectos eram entendidos como uma maneira de melhorar a sociedade; quando condenados, eram considerados um pecado ou algum tipo de doença, sendo, em alguns casos, proibidos por lei. Desde meados do século XX a homossexualidade tem sido gradualmente desclassificada como doença e descriminalizada em quase todos os países desenvolvidos e na maioria do mundo ocidental. Entretanto, o estatuto jurídico das relações homossexuais ainda varia muito de país para país. Enquanto em alguns países o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, em outros, certos comportamentos homossexuais são crimes com penalidades severas, incluindo a pena de morte.
As principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença, distúrbio ou perversão. Desde 1973, a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. Em 1975 a Associação Americana de Psicologia adotou o mesmo procedimento, deixando de considerar a homossexualidade uma doença. No Brasil, em1985, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual e, em 1999, estabeleceu regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual, declarando que "a homosexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e/ou cura da homosexualidade. No dia 17 de Maio de 1990, a Assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação Internacional de Doenças (sigla CID).Por fim, em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos." 


Obs.: o termo "homossexualismo" no vídeo abaixo não é mais coerente com os dias atuais, sendo a palavra correta "homossexualidade". 


No que tange aos direitos humanos não podemos, de maneira alguma, se posicionar contra os homens criados à imagem e semelhança de Deus, mas até mesmo com o fito de ajudá-los é colocar cada homem em acordo com os ensinamentos de Deus, Uno, Trino e Santo. A minha preocupação nestes tempos é com a Alma de cada filho Deus. Hoje, minha missão é transmitir a necessidade de que temos de ouvir Deus em seus ensinamentos. Vejamos: Ao lermos o Salmo 118, o maior em extensão, vemos a preocupação do salmista inspirado pelo Espírito Santo em demonstrar-nos a necessidade de cumprirmos as leis e os mandamentos do Senhor: No livro Levítico 18,22 temos outra exortação - "Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação". Na Carta de São Paulo aos Romanos 1, 24 - "Por isso, Deus os entregou aos desejos dos seus corações, à imundície, de modo que desonraram entre si os próprios corpos.25 Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém! 26 Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. 27 Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. 28 Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno." Na 1ª Carta de São Paulo aos Corintios, no Capítulo 6, versos,  9 "Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, 10 nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus. 11 Ao menos alguns de vós têm sido isso." Isto são apenas pequenos exemplos para que possamos ter a dimensão do problema, resolve-se o conflito jurídico, contudo, a alma fica à mercê unica e exclusivamente da carne, que é contrária à vontade do Espírito Santo, pois a carne traz corrupção e o
Espírito, a vida eterna.   
Acredito que muitas das vezes cometemos erros, principalmente quando entramos numa função de juiz e julgamos os outros, acho isto perigoso, pois todos nós somos passíveis de erros e o que mais acontece é que nos convencemos que o erro está no próximo.
Amados, o Brasil está passando por situações difíceis e posso declarar que a visão da decisão do STF pode trazer conseqüências graves para as almas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Até aonde vai a ignorância entre os irmãos.

O Evangelista São Lucas no Capítulo 2,  nos Versículos 34 e 35 disse: "34 Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, 35 a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma". Sabemos que o homem, vamos assim dizer "do mundo moderno", tem cada vez mais os seus gostos diferenciados, em vários aspectos de sua vida cotidiana, como ser social, religioso, pais de família, etc..., mas nenhum destes aspectos deveriam ser causa de queda nos relacionamentos com o próximo, ao contrário, deveria trazer mais unidade entre os mesmos. Na sociedade o homem busca galgar espaços e não importa quem está no seu derredor; na Igreja, aonde vive "irmãos", muitas das vezes vemos Cristãos, em nome de Deus, agindo em causa própria, desprestigiando o seu próximo, totalmente ao avesso dos ensinamentos bíblicos; na vida familiar sentimos muitas das vezes a insídia do inimigo de Deus tentando arrasar com a Igreja doméstica, tão querida pelo Criador, com o nosso consentimento.E, então, falemos no lazer, aonde o homem e a mulher poderiam se descontrair, buscar forças para a batalha do dia a dia, o Ser Criado a  imagem e semelhança de Deus, hoje, "o  Ser mais instruído", é capaz de lutar contra, no sentido mais intríseco da palavra, o seu irmão da maneira mais feroz possível, a ponte de retirá-lo da convivência humana,  como nos tempos primitivos, nas filmagens abaixo podemos ter a dimensão destas atitudes.
O que justifica estas ações do homem. Talvez, nem mesmo São Lucas quando escreveu o texto supramencionado teria idéia de que o homem agiria desta forma. Precisamos buscar Deus enquanto ele se deixa alcançar e parece que cada dia mais o homem vai se afastando, por sua própria vontade. No Salmo 118, há passagens que nos permite entender qual são os desígnos de Deus para cada homem, exemplo: "1 Salmo. Felizes aqueles cuja vida é pura, e seguem a lei do Senhor. 2 Felizes os que guardam com esmero seus preceitos e o procuram de todo o coração; 3 e os que não praticam o mal, mas andam em seus caminhos. 4 Impusestes vossos preceitos, para serem observados fielmente; 5 oxalá se firmem os meus passos na observância de vossas leis. 6 Não serei então confundido, se fixar os olhos nos vossos mandamentos".  Assim, como em todo o  Salmo 118,  observamos o desejo do salmista em cumprir as leis do Senhor e  hoje, vemos o homem tão afastado do anseio de cumprir  Seus decretos, que na verdade é para proveito nosso, vemos o homem agindo como animal irracional. Que coração é este o nosso?Que sejamos capazes de refletir bem sobre nossos comportamentos, pois nestes dias as notícias dos esportes estão manchadas pelas mortes de torcedores em partidas de futebol. Saiamos verdadeiramente desta proposta do mundo e embarquemos numa perspectiva de novos dias para a humanidade, a começar, talvez,  pela nossa maneira de disputa, pois : "Em seu coração está gravada a lei de Deus; não vacilam os seus passos" (Salmo 37, 31), bem como o próprio Jesus mesmo nos ensina, no Evangelho de São Mateus, 6,21: "Porque onde está o teu tesouro, lá também está
o teu coração." Que futuro há no homem que retira a vida de seu irmão, por causa de um time de futebol? Se o homem não voltar, verdadeiramente  seu coração para Deus, a vida comunitária ficará cada vez mais difícil. Qual na verdade é o pensamento do meu coração? Ou Qual é a chave que eu mesmo permito para abrir o meu coração?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

AONDE ESTÁ O MEU CHAMADO!

A Igreja tem se esforçado para que o leigo assuma o seu papel no Corpo Místico de Cristo. O próprio Senhor nos convida em vários textos a assumir o nosso "chamado", ou seja, a assumir o nosso apostolado. No dia 30 de março de 2011, o próprio Vaticano, fala sobre a necessidade dos leigos em descobrir meios necessários a evangelização, como se vê: 




"Cidade do Vaticano, 30 mar (RV) - O renovado compromisso dos leigos na vida da Igreja é uma das contribuições mais relevantes do Concílio Vaticano II, em particular, do Decreto Apostolicam actuositatem, publicado em novembro de 1965. A esse propósito, trazemos as considerações do sacerdote jesuíta, Pe. Dariusz Kowalczyk, no âmbito de uma abordagem buscando redescobrir os documentos conciliares
.

No Catecismo lemos: "A iniciativa dos cristãos leigos é particularmente necessária quando se trata de descobrir, de inventar meios para impregnar as realidades sociais, políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs. Esta iniciativa é um elemento normal da vida da Igreja" (n. 899). Nessa perspectiva é clara a afirmação de Pio XII, segundo a qual "os fiéis leigos estão na linha mais avançada da vida da Igreja".

Diz-se que o Concílio era muito otimista em relação ao mundo. Porém, no Decreto sobre o apostolado dos leigos lemos acerca dos "gravíssimos erros que procuram destruir radicalmente a religião, a ordem moral e a própria sociedade humana" (n. 6). E justamente no contexto de tal avaliação do tempo contemporâneo é formulada a exortação aos leigos a se empenharem na evangélica recomposição da ordem temporal.

O Decreto Apostolicam actuositatem indica dois aspectos do apostolado dos fiéis: o testemunho pessoal da vida e um esforço para "anunciar Cristo, pela palavra, quer aos não crentes para os conduzir à fé, quer aos fiéis para os instruir, confirmar e estimular a uma vida mais fervorosa" (n. 6).

Deve-se observar que o Concílio se dirige aos jovens que devem tornar-se os primeiros e os imediatos apóstolos de seus coetâneos, exercendo o apostolado pessoal entre os seus próprios companheiros, tendo em conta o ambiente social em que vivem (cfr. n. 12).

Ademais, o imenso campo de apostolado dos leigos se abre no âmbito nacional e internacional. "Os católicos peritos nos negócios públicos e devidamente firmados na fé e na doutrina cristã não recusem exercer cargos públicos, uma vez que, por meio deles, exercidos devidamente, podem promover o bem comum e simultaneamente abrir o caminho ao Evangelho" (n. 14) – encoraja o Concílio. (RL)."
Fonte: Radio Vaticano



Assim, devemos assumir pra valer esta vocação, leigos engajados a serviço dos irmãos em suas próprias atividades, demonstrando que são capazes de serem verdadeiros cristãos, sem se deixar manchar pelas colunas escuras que envolve o mundo de hoje.

domingo, 1 de maio de 2011

João Paulo II é o novo beato da Igreja Católica. Imagem descerrada sobre a fachada da basílica mostra Karol Wojtyla em 1995


Maxi Rossi/Reuters
João Paulo II morreu em 2005 e a sua beatificação foi uma das mais rápidas dos tempos modernos





(1/5/2011) Bento XVI beatificou este domingo o Papa João Paulo II, gesto sublinhado por palmas e gritos da multidão presente na Praça de S. Pedro e zonas adjacentes
Durante a missa que decorre na Praça de São Pedro, o actual Papa proclamou a fórmula de beatificação, em latim, afirmando responder a um pedido “da diocese de Roma, de muitos outros irmãos no episcopado e muitos fiéis”.
A mesma fórmula permite que “o venerável servo de Deus, João Paulo II, papa, possa ser de ora em diante chamado beato”.
Pouco depois do início da celebração, o cardeal Agostino Vallini, vigário-geral para a diocese de Roma, apresentara o pedido de beatificação e elencou alguns traços biográficos do novo beato, na qual lembrou a sua “rica personalidade” e o tempo como “operário” sob o regime nazi, entre 1940 e 1944”.
A leitura da biografia, entrecortada pelas manifestações dos presentes, apresentou de João Paulo II como um Papa capaz de “escutar e dialogar” não com os católicos, mas também com as “Igrejas cristãs”, os “crentes no Único Deus” [referência a judeus e muçulmanos] e os “homens de boa vontade.
O rito prosseguiu com a colocação das relíquias – uma ampola com sangue de João Paulo II – junto ao altar, transportadas por duas religiosas, a irmã Tobiana, assistente pessoal do papa polaco, e a irmã Marie Simon-Pierre, cuja cura da doença de Parkinson, considerada miraculosa, encerrou o processo de beatificação.
Depois da proclamação do novo beato, o cardeal Vallini agradeceu a Bento XVI, novamente em latim, e juntamente com o postulador vai saudar o papa, terminando assim este momento.


“Bem-aventurado tu, amado Papa João Paulo II, porque acreditaste! Continua do Céu – nós te pedimos – a sustentar a fé do Povo de Deus. Bento XVI na homilia da Missa de beatificação 
Fonte: Rádio Vaticano