SEJAM BENVIDOS.

"O SENHOR É MISERICORDIOSO E COMPASSIVO, MAS NÃO COMPLACENTE."

sexta-feira, 13 de julho de 2012

VIVA NOSSA SENHORA ROSA MÍSTICA.

Bom dia a todos os irmãos em que Cristo Jesus. 
Amados, hoje dia 13 de junho, dia dedicado a Maria Rosa Mística, nossa Mãe e Medianeira de todas as Graças como falei ontem.
A Mãe da Intercessão e Mediação. A que busca dar aos corações dos homens nestes tempos alento, diante da pressão do opressor.
A Virgem Santíssima está diante de Teu Divino Filho, intercedendo por nós, ante o progresso crescente da iniquidade, predita por Jesus no Evangelho de São Mateus, Cap. 24;  
o tempo está tão escasso, e nós continuamos  buscando felicidade afastados de Deus e, Nossa Senhora nos adverte, quando declara que Jesus quer praticar a Sua Justiça e, como em La Sallete, onde Ela diz que estava difícil de suster o braço de Jesus, por causa da humanidade praticando impureza e, por conseguinte muitos não veriam o céu por causa de seus comportamentos.

Nossa Senhora Rosa Mística declara que a impureza do homem, com sua sensualidade pervertida, está dando motivação para que Ele pratique a Justiça, por isto Ela chora, por nossa causa, ante a distância que nos encontramos da vontade de Deus.
Por isto Mãe, não nos deixe, continue intercedendo por nós, para que haja conversão em massa, como a Senhora mesmo prometeu, para aqueles que cumprirem a Vossa determinação como nas aparições em Montichiari.
A Sua benção e proteção.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

AMANHÃ DIA DE NOSSA SENHORA ROSA MÍSTICA, VAMOS VIVER DESDE HOJE

Graça e Paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo, pelos braços de Sua Amada Mãe, Maria Santíssima.
Amanhã dia 13 de julho, dia dedicado a  Nossa Senhora Rosa Mística, a Mãe das Lagrimas de Sangue.
Será porque Nossa Senhora chorou? 
Porque da necessidade de orações o terço das lagrimas de sangue?

Será que o nosso comportamento não condiz com a vontade de Deus?


"Rezai o terço das lágrimas de sangue todos os dias e espalhai-o, para que o mundo se converta e tenha paz ; O inimigo foge onde ele é rezado"(Palavras da Santa Mãe de Deus)." Anjo Mariel.




"-Marcos, a paz! A paz a todos! Rezai, rezai muito o Terço das Lágrimas de Sangue da Mãe de Deus. Este Terço é poderosíssimo contra as forças do mal e para se conseguir a conversão dos pecadores. Rezai-o todos os dias. A paz! Abençôo-vos a todos."

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Poque Choras?


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Terço das Lágrimas de Sangue de Nossa Senhora Rosa Mística

Oração Inicial:




"Jesus Crucificado.! Ajoelhados aos Vossos pés, nós Vos oferecemos as lágrimas de sangue daquela que Vos acompanhou no Vosso caminho sofredor da Cruz, com intenso amor participante. Fazei, ó bom Mestre, que apreciemos as lições que nos dão as lágrimas de sangue da Vossa Mãe Santíssima, a fim de que cumpramos a Vossa Santíssima Vontade aqui na terra, de tal modo que sejamos dignos de Louvar-Vos no céu por toda a eternidade. Amém.


Contempla-se os mistérios


SETE MISTÉRIOS. (Dores de Nossa Senhora na terra).

1º A espada a transpassar a Alma- Conforme a profecia do Velho Simeão, no Templo.

2º A fuga da Sagrada Família para o Egito.

3º Nossa Senhora perde o seu Divino Filho por três dias.

4º O encontro com Nosso Senhor todo flagelado e carregando a sua pesadíssima Cruz nas costas.


5º A bárbara crucificação e morte de seu Divino Filho.

6º Nossa Senhora recebe em seus braços seu Filho inteiramente chagado e transpassado pela lança.

7º Nossa Senhora acompanha o seu Divino filho à sepultura.

Em vez do Pai-Nosso, reza-se:"ó Jesus, olhai para as lágrimas de sangue daquela que mais Vos amou no mundo e Vos ama mais intensamente no céu".

Em vez das Ave-Marias, reza-se sete vezes:"ó Jesus, atendei as nossas súplicas:Em virtude das lágrimas de sangue da Vossa Mãe Santíssima".


No fim repete-se três vezes:"'O Jesus, olhai as lágrimas de sangue daquela que mais Vos amou no mundo e Vos ama mais intensamente no céu".

Após as três últimas invocações reza-se:

Oração final: ó Maria, Mãe de amor, das dores e de misericórdia, nós Vos suplicamos: uní as Vossas súplicas as nossas a fim de que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nos dirigimos, em nome das Vossas lágrimas maternais de sangue, atenda as nossas súplicas e se digne conceder-nos as graças pelas quais Vos suplicamos, a coroa da vida eterna. Amém.Que as Vossas lágrimas de sangue, ó Mãe das dores, destruam as forças do inferno.Pela vossa mansidão divina, ó Jesus crucificado, preservai o mundo da perda ameaçadora!Amém.


Rosa Mística - Montichiari

Na verdade no primeiro dia em que Nossa Senhora, apareceu a Pierina, ela estava triste e pediu: "Oração, Sacrifício e Penitência".
O Seu pedido deveria ter sido colocado em prática por todos nós, mas na verdade nos calamos ou nos omitimos.
Na Segunda Aparição, Nossa Senhor expõe, a vontade do Pai, dizendo assim:





"Sou a Mãe de Jesus e de todos vós".

"O Senhor envia-Me a fim de promover uma devoção mariana mais eficaz entre os institutos e congregações religiosas, masculinos e femininos, e entre todos os sacerdotes. Prometo a todos, os que Me honrarem mais, a Minha proteção, o florir de vocações e muitas conversões. Peço que se inicie todo o dia primeiro de cada mês uma trezena. Prometo a todos que fizerem esta trezena muitas graças e santidade de vocações. Desejo que o dia 13 de julho de cada ano seja dedicado a Maria Rosa Mística".









Esta mensagem foi dita pela Mãe de Jesus, em 1947.
Estou na caminhada a um bom tempo e, ainda, não vi comunidades realizando trezenas para Nossa Senhora Rosa Mística, como Ela nos pediu. No máximo algumas Igrejas celebram o dia 13 de julho, dedicado a Ela com este título.
Mas a seguir, na sua terceira aparição, Ela declara que será medianeira entre os homens e Seu Divino Filho, entre as almas dos religiosos. E Nossa Senhora declara que Jesus está de tristeza com as ofensas que recebe todo o dia e gostaria de dar curso a Sua Justiça. 
Amados, Nossa Senhora nos ama e, mas uma vez, se coloca como Medianeira, clamando por Misericórdia, pois está vendo para onde a humanidade caminha, por isto chora.
Os outros dias de suas aparições, falarei amanhã em seu dia.

Vamos viver de amor como Ela nos pediu.

A POMBA, GRANDE SINAL DA PRESENÇA DO ESPÍRITO SANTO



O Espírito Santo, muitas das vezes, Sua Pessoa é confundida com os seus atributos e operações na vida da Igreja. 
Não podemos mudar a vocação deste Deus Desconhecido por muitos, mas sentí-lo em nós e, termos a disposição, para vivermos profundas experiências com Ele e assim,  possa manifestar sua ação e poder em nós.
Foi o Pai, quem primeiro usou a pomba como símbolo do seu Espírito, Jo 1.32-33. João Batista entendeu que o Espírito Santo manifestava-se em forma de uma pomba, por isso, não teve dúvida do fato. Aquela visão foi real e constituiu-se em um sinal que o convencia de que Aquele era de fato, o Filho de Deus.

Esta forma pela qual o Espírito Santo se apresentou no batismo em águas de Jesus, não estabelece dificuldade doutrinária. A Terceira pessoa da Trindade não precisa de forma corpórea, pois, é Espírito, Jo 4.14; II Co 3.17. Ele apenas se configurou aos olhos de João Batista para mostrar o Messias prometido por Deus. Vejamos algumas características da pomba que testificam as ações do Espírito Santo. (Fonte:recanto das letras).

Mas o amor de Deus pela Sua Obra Criada, dá para observar bem claramente, no velório de Dom Eugênio Sales, vejamos o que diz o Jornal do Brasil:

Pomba branca emociona velório de dom Eugenio Sales na Catedral Metropolitana


 
Vejamos a pomba refletindo no Corpo de Dom Eugênio


O corpo do cardeal dom Eugenio Sales está sendo velado desde o meio dia desta terça-feira (10) na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, no Centro do Rio, por ele inaugurada em 1979. Centenas de pessoas acompanharam o momento da chegada do caixão que chegou ao templo em um cortejo fúnebre vindo do cemitério de Inhaúma, onde ele foi embalsamado.

A primeira - de uma série que se repetiu de duas em duas horas - missa de corpo presente foi celebrada por Dom Orani Tempesta, atual arcebispo do Rio de Janeiro, o segundo bispo a ocupar o cargo após a retirada de Dom Eugênio, que ali ficou por 30 anos, até julho de 2001.

Para Dom Tempesta, a morte de seu predecessor é vista como um ‘momento triste, mas bonito’. Segundo o arcebispo, com o falecimento "é hora de se fazer uma retrospectiva da vida do homem que pensou na Igreja e no povo’. Ele destacou diversas qualidades de Dom Eugênio, lembrando que ele foi um dos responsáveis pela vinda da Jornada Mundial da Juventude, no próximo anos, para a cidade do Rio de Janeiro

“Ele volta para a casa do Pai, carregado dos bens que cultivou na terra, onde atuou com imenso destaque na evangelização, saúde, educação, e no social. Tinha preocupação com as favelas, com a política durante a ditadura”, enumerou. “Devemos destacar a atuação de do Eugênio na escolha da cidade como sede da JMJ 2013. Uma carta sua ao papa Bento XVI foi fundamental na campanha do Rio”.

Vejamos a Pomba sobre o Caixão





O caixão do cardeal chegou na Catedral em um caminhão do Corpo de Bombeiros. Durante a entrada do corpo do cardeal na igreja, uma pomba branca foi solta e pousou sobre o esquife, onde ficou por mais de 40 minutos, até que começasse a missa. O dono da pomba, Gilberto de Almeida, responsável pela articulação comunitária da Cruz Vermelha no Rio de Janeiro, decidiu soltá-la para homenagear Dom Eugênio, por considerá-lo importante para as pastorais e para as pessoas menos assistidas. Segundo explicou, ela não foi treinada e o fato de ter ido pousar sobre o caixão e ali ter permanecido "foi como uma mensagem de Deus".

"Cuido de questões humanitárias, então creio que é um sinal que estou no caminho certo", disse o assessor da presidência da Cruz Vermelha no Rio, que se confessou "mexido" com o acontecimento já que, para os católicos, a pomba branca é associada ao Espírito Santo.

O velório segue a quarta-feira, às 15h, quando haverá o sepultamento na sob a crípta da catedral, catedral. Dom Eugenio é o segundo cardeal a ser sepultado no local. O primeiro foi dom Jaime Câmara, em 1971, quando a igreja ainda estava em construção. Sete anos antes, ele havia lançado a pedra fundamental da obra.

A arquidiocese aguarda a chegada do irmão de dom Eugênio, o arcebispo emérito de Natal (RN), dom Heitor de Araújo Sales, e do bispo auxiliar do Rio, dom Kall Joseph Roner, que chegam nesta quarta-feira da Suíça para o enterro.
 
O padre Lúcio Veleda, ex-colega do cardeal dom Eugenio de Araújo Sales nos aposentos da Paróquia São João Batista, em Botafogo, destacou a discrição do amigo. Segundo o religioso, o ex-arcebispo do Rio ‘pensava e media cada uma de suas palavras e gestos’.
 
“Dom Eugenio edificava através de sua simplicidade”, definiu. “Foi o grande responsável pelos trabalhos sociais da Igreja no Brasil. Muito cuidadoso e carinhoso, paciente e compreensivo, ele não se irritava com nada. Era querido no Vaticano, em especial por João Paulo II. Foi uma grande riqueza que o Brasil perdeu”.

Pároco da Catedral de São Sebastião, e amigo pessoal de dom Eugenio Sales, o padre Aroldo Ribeiro definiu o cardeal mais antigo da Igreja Católica como ‘um homem de Deus e da Igreja’.
 
“Era um amigo. Foi firme nas ações, mas sempre sensível às questões da humanidade. Não era um falastrão. Em silêncio, era quando mais agia”.


Amados, busquemos ser todo de Deus, seguindo exemplos que eternizam e quem sabe, quando chegar a nossa vez, na hora da prestação de nossas contas, os que ficarem sintam a presença de Deus, Uno, Trino e Santo, como ocorrido no falecimento deste exemplo de entrega a Causa que Santifica.
Um abraço.


terça-feira, 10 de julho de 2012

O CÉU GANHA MAIS UM SANTO.

FALECEU NESTA SEGUNDA FEIRA, DOM EUGÊNIO SALES, ARCEBISPO EMÉRITO DO RIO DE JANEIRO.

Ao longo de seus 91 anos de vida, em especial nos 58 anos de episcopado, 30 deles à frente da igreja no Rio de Janeiro, Dom Eugenio Sales, que faleceu na noite de segunda-feira (9), fez História.
Na administração dos católicos, criou igrejas (em torno de 60), incentivou a vocação sacerdotal de jovens – ordenou 215 sacerdotes – sagrou mais de 20 bispos, e ajudou a igreja a fazer crescer seu patrimônio, ainda que às vezes com gosto arquitetônico discutível, como a Catedral metropolitana da Avenida Chile. 
Mais do que um administrador, porém, Dom Eugenio era um pastor que matinha controle do seu rebanho. Por isto, era um bispo polêmico. Não foram poucos os sacerdotes que se queixavam dele. Nos anos 70, em pleno regime militar, fazia questão de visitar os presídios junto com o coordenador da pastoral penal, padre Bruno Trombeta. Não havia Páscoa, nem Natal em que o cardeal não passasse em pelo menos uma cadeia pública. Nelas, com a imprensa presente, celebrava para todos os presos e ia às celas dos prisioneiros políticos, muitos dos quais não confessavam a mesma fé ou, simplesmente, eram ateus.
Mas, mesmo amparando o rebanho preso, ele controlava a movimentação não apenas dos seus sacerdotes como dos próprios irmãos de episcopado. Em meados dos anos 70, Dom Hélder Câmara, então arcebispo de Olinda e Recife, recusou-se a dar uma entrevista formal para o jornal Pasquim alegando “um acordo com meu irmãozinho Eugenio que me pediu para não falar quando viesse ao Rio”. A entrevista acabou sendo feita na forma de um questionário. 
O dominicano Frei Betto era outro que Dom Eugenio não gostava – e, se pudesse, impedia - que se manifestasse no Rio, assim como não nutria nenhuma simpatia pelas ideias dos irmãos Boff - Leonardo e Clodovis. Leonardo, quando ainda pertencia ao clero, foi proibido de falar aos seus irmãos franciscanos no convento. Dom Eugênio ameaçou expulsá-los do Rio caso dessem vez às pregações de Leonardo. Já Clodovis foi dispensado da PUC onde dava aula. Recorreu a Roma, ganhou o processo, mas jamais voltou a uma sala: recebia o ordenado de professor, mas continuou impedido de lecionar na universidade.
Polêmica também gerou quando impediu, em 1989, que a escola de Samba Beija-Flor desfilasse com a estátua do Cristo Redentor,provocando um dos mais célebres protestos do carnavalesco Joãosinho Trinta: ele colocou na avenida a estátua coberta por um plástico preto com uma faixa com os dizeres “Mesmo proibido, olhai por nós”, deixando clara a censura sofrida.
Ainda que evitasse maiores manifestações políticas na sua jurisdição, Dom Eugenio agia nos bastidores junto aos militares, intercedendo em favor daqueles que estavam presos e sofriam torturas. Mantinha uma linha direta com os militares, com todos eles, dos mais duros àqueles considerados mais abertos ao diálogo. Imunha-se, sempre de maneira firme, mas delicadamente na forma. Abrigou mais de quatro mil refugiados políticos, deu assistência às famílias dos desaparecidos, ajudou a evitar outros desaparecimentos. 
Agia, à sua maneira, preferencialmente sem alardes. Bem distante do jeito de atuação de outro cardeal que marcou época, Dom Paulo Evaristo Arns, pastor da igreja em São Paulo. Embora adotassem métodos diferentes e fossem considerados de alas opostas no seio da igreja e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – Dom Eugenio tido como conservador, Dom Paulo como progressistas – os dois tiveram algumas passagens juntas. Uma delas, em março de 1978, quando foram recebidos, com outras personagens civis brasileiras, pelo presidente norte-americano Jimmy Carter, na casa da Gávea Pequena.
Na sua gestão à frente da igreja carioca, Dom Eugênio desenvolveu uma série de pastorais – Penal, das Favelas, do Menor -, muitas delas entregue à coordenação de leigos. Construiu o prédio anexo ao Palácio São Joaquim onde juntou os diversos setores da igreja que se espalhavam pela cidade. No Sumaré, onde residia, ergueu um prédio confortável onde reunia nos finais de semana empresários, intelectuais, políticos, membros do governo e da oposição para debates sobre temas diversos, em uma espécie de pastoral com os formadores de opinião.
Ele também protestava a seu modo, como ocorreu ao se deparar com um cadáver jogado na estrada do Sumaré, seu caminho entre a residência oficial e o Palácio São Joaquim. Desceu do carro, abençoou o corpo e fez questão de noticiar o fato, marcando sua repugnância pela violência na cidade. Pouco tempo depois reuniu autoridades no Centro de Estudos do Sumaré para discutir a questão da violência. 
Criado no sertão nordestino, Dom Eugenio era de Acari, no interior do Rio Grande do Norte. Nasceu em 8 de novembro de 1920. Seus pais - Celso Dantas Sales e Josefa de Araújo Sales - geraram outro bispo católico, Dom Heitor de Araújo Sales, Arcebispo Emérito de Natal (RN).
Foi no colégio Marista da capital potiguar que ele despertou para a vida sacerdotal. Com 11 anos, ingressou no seminário menor na mesma cidadade, mas seus estudos de Filosofia e Teologia foram em Fortaleza (CE), no Seminário da Prainha. Em 21 de setembro de 1943 foi ordenado padre pelo bispo de Natal Dom Marcolino Esmeraldo de Sousa Dantas, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Guia, em Acari, onde foi batizado.
Dedicou-se, como sacerdote, às igrejas do interior do Rio Grande do Norte. Mas não por muito tempo. Em 1954, com 33 anos e apenas 11 como padre, foi nomeado bispo auxiliar de Natal pelo Papa Pio XII. A sagração deu-se em 15 de agosto.
Em 1962, foi designado administrador apostólico da Arquidiocese de Natal. Dois anos depois mudou-se para Salvador, na Bahia, onde exerceu a função de administrador apostólico da Arquidiocese. Galgou ao posto de Arcebispo, Primaz do Brasil de São Salvador da Bahia em 29 de outubro de 1968, por decisão do Papa Paulo VI.
Aos papas, Dom Eugenio dedicava total fidelidade, mas por Paulo VI tinha um carinho especial a ponto de presenteá-lo, a cada ida a Roma, com uma caixa de mamão papaia. Foi no potificado de Paulo VI que ele ganhou o titulo de cardeal (1969) e dois anos depois foi transferido para o Rio de Janeiro, após o falecimento de Dom Jaime de Barros Câmara.
Como cardeal do Rio organizou duas vindas do papa João Paulo II ao Brasil – 1980 e 1987 – fazendo questão de levá-lo à favela do Vidigal, quando muitos acharam que isto seria uma loucura. Em 2005, em Roma, celebrou uma das missas solenes nas exéquias do papa.
Já cardeal emérito – com mais de 80 anos – e, portanto, sem participar do conclave que escolheria o novo papa, dom Eugenio vibrou ao saber que o sucessor de João Paulo II seria o cardeal Joseph Ratzinger, que adotou o nome de papa Bento XVI. Dele recebeu uma carta especial ao completar seus 90 anos, em 2010. 
O cardeal emérito do Rio faleceu na noite de segunda-feira, na residência oficial do Sumaré, vítima de um infarto. Seu velório ocorrerá durante toda a terça-feira (10) na Catedral Metropolitana da Avenida Chile. O enterro, na mesma Catedral, ocorrerá às 15h da quarta-feira.
Fonte: Jornal do Brasil

sexta-feira, 6 de julho de 2012

VEJAMOS OS MÁRTIRES DESTES TEMPOS.

Atentados a igrejas cristãs no Quénia: ouça as declaraçoes de Padre Lombardi 


(01/07/12) Horror e preocupação: é com estas duas palavras que o Padre Federico Lombardi, Director da Rádio Vaticano e da Sala de Imprensa do Vaticano, comentou os ataques com granadas e armas, ocorridos neste domingo de manhã em Garissa, no nordeste do Quénia, na fronteira com a Somália, a duas igrejas cristãs, onde pelo menos 17 pessoas perderam a vida e outras ficaram feridas:

“Os sangrentos atentados ocorridos na cidade de Garissa, no Quénia, contra duas Igrejas cristãs, entre elas a Sé Catedral da Igreja Católica, durante a assembleia dominical, são um facto horrível e muito preocupante. Parece, de facto, que entre os grupos terroristas, o ataque a cristãos reunidos ao domingo nos lugares de culto, se tornou num método considerado particularmente eficaz para a difusão do ódio e do medo.

 


A crueldade da violência para com as pessoas inermes reunidas pacificamente em oração é inqualificável. Para além de estar próximo às vitimas é necessário reafirmar e defender com decisão a liberdade religiosa dos cristãos e opor-se a actos irresponsáveis que alimentam o ódio entre as diversas religiões, assim como também agir eficazmente para uma solução estável dos dramáticos problemas da Somália, que se refletem na região.”


Fonte: Radio Vaticana





Atentado contra igrejas mata seis e fere 40 na Nigéria

   

Fonte: O GloboPublicado em 10/06/12


JOS, Nigéria — Terroristas atacaram duas igrejas neste domingo, na Nigéria, matando seis pessoas e e ferindo ao menos 40. Missas eram celebradas no momento dos atentados na cidade de Jos. A primeira igreja teria sido atacado por homens armados, e a outra por um carro-bomba.

 
Segundo testemunhas, cinco homens armados participaram do ataque. Na noite de domingo o grupo radical islâmico assumiu a autoria dos atentados.Atentados contra igrejas se tornaram frequentes na Nigéria e geralmente são perpetrados pelo Boko Haram. Desde 2009, o grupo — que quer impor a sharia, a lei islâmica na Nigéria— ataca igrejas no norte do país.


A cidade de Jos é um dos principais alvos dos terroristas por ser a fronteira entre o sul e o norte da Nigéria. Nos últimos meses, o Boko Haram tem orquestrado ataques sistemáticos a cristãos.A Nigéria é o país mais populoso da África, com mais de 150 milhões de habitantes, dos quais metade é muçulmano e a outra metade é cristã. Formado por mais de 200 grupos tribais, o país sofre com tensões religiosas.

Vamos voltar os nossos corações para o Senhor, amando e vivenciando este amor através de nossas ações, pois será a única forma de mudar os corações mais endurecidos.